(Ponto de Vista de Connor)
O capuz negro foi arrancado da minha cabeça, e eu pisquei diante da luz forte de uma sala desconhecida, enquanto meus pulsos arderam contra as amarras que me prendiam a uma cadeira de metal.
— Mas que merda é essa? — Resmunguei, lutando contra as cordas.
Dois seguranças corpulentos permaneciam em silêncio junto à porta, com expressões impassíveis, enquanto a sala, de paredes de concreto, mobiliada apenas com uma mesa e a cadeira à qual eu estava amarrado, exalava o che