Sob a luz do luar, a pedra polida reluzia, e o rosto sorridente de Lily, eternizado na fotografia colorida incrustada no granito, parecia tão feliz e cheio de vida, distante da imagem pálida e manchada de sangue da criança que eu havia visto nas gravações da vigilância.
— Lily… — Sussurrei, traçando seu nome com os dedos trêmulos. — Por favor, me perdoe...
No entanto, as palavras soaram pateticamente insuficientes. “Que desculpas seriam suficientes para compensar anos de negligência? Como poderi