(Ponto de vista da Matriarca Evelyn)
O sol nascente banhava o Cemitério Luar Sagrado, criando sombras que se arrastavam pelo chão. Ajoelhada diante da lápide de Lily, deslizei os dedos sobre o nome gravado, e o toque gelado da pedra intensificou o calor das lágrimas que escorriam.
— Minha bisneta… — Sussurrei, enquanto as lembranças voltavam com a força de uma represa rompida.
O silêncio de Bernard, postado atrás de mim, era denso, carregado de luto compartilhado. Ao fechar os olhos, a lembrança