"Tem alguém aí?" Eu gritei, minha voz tremendo.
As palavras pairaram no ar, encontradas apenas pelo eco assustador do meu próprio medo. A floresta permaneceu imóvel, como se prendesse a respiração, e a única resposta foi o murmúrio da sinfonia noturna.
Um arrepio repentino percorreu minha espinha e eu passei meus braços em volta de mim. As sombras pareciam se aproximar, pregando peças em minha imaginação. Naquele momento de vulnerabilidade, não consegui afastar a sensação de que não estava soz