Dias depois...
O vento da noite já não soprava como antes. Havia algo nos intervalos, uma pausa, uma suspensão breve, um aviso contido.
O mar recuava a corrente para dentro, como quem recolhe o fôlego antes de atravessar um limite.
Durante o dia, até as gaivotas pareciam inquietas, voando baixo demais, em círculos imprecisos, como se soubessem antes do que ninguém ousava nomear.
Puerto Nuvem respirava diferente. Não em agitação, mas em expectativa. Como um animal que pressente o impacto e, ain