Sábado, 21 de setembro de 2013
Eu acordo e vejo o relógio na mesinha lateral. São apenas cinco horas da manhã. Eu me ergo lentamente e me sento na cama de costas para Harold. Assim que os meus pés tocam o piso acarpetado uma voz grave me faz parar.
─ Não faça isso. Por favor, não novamente.
Eu tomo uma respiração profunda enquanto penso no que dizer. Decido-me pela verdade ─ Eu preciso ir.
─ Por quê? ─ Eu não respondo a isso. Mas não preciso. De alguma maneira ele entende – Você est