Eu caminho em direção ao elevador e um suspiro involuntário escapa dos meus lábios quando sinto a palma da mão de Harold na base das minhas costas. É um toque aparentemente simples, mas com efeitos devastadores para o meu estômago. É como se ele estivesse me marcando como sua e a possibilidade de ser sua é tentadora, mas ao mesmo tempo assustadora. Eu não sou dele. Não sou de ninguém. A porta do elevador se fecha e meus batimentos cardíacos estão acelerados. Ele não diz nada durante todo o cami