O iate Aurora navegava em piloto automático, afastando-se da costa brasileira. O som do motor e das ondas era a única coisa que preenchia o silêncio pesado entre nós. Gabriel estava no convés superior, vigiando o horizonte. Eu estava na cabine principal, mas não para descansar. Eu estava transformando a mesa de jantar em um centro de comando improvisado.
Quando Gabriel desceu, uma hora depois, ele parou na entrada da cabine. Ele parecia esperar um abraço, ou pelo menos um olhar de alívio. Eu nã