O portão da mansão Montiel estava fechado. Os novos seguranças, homens que eu não conhecia, vieram em direção ao meu carro com lanternas e mãos nos coldres. Não parei. Digitei o código de emergência no controle remoto que eu ainda guardava no porta-luvas — um código que Gabriel me ensinou na primeira semana de casamento, para casos de sequestro. O portão de ferro obedeceu ao comando mestre e começou a abrir lentamente. Acelerei, passando pela abertura estreita e raspando a lateral do meu SUV de