JULIAN BLACKWOOD
Eu a puxei para cima de mim com uma urgência que beirava o desespero. Minhas mãos, ainda marcadas pelas brigas de rua, contrastavam com a pele macia de suas costas enquanto eu a trazia para perto, sentindo o perfume de jasmim que eu tinha tentado, em vão, esquecer em cada garrafa de uísque.
— Nunca mais... — sussurrei contra o pescoço dela, a voz embargada — Nunca mais me deixe no escuro, Elena. Eu prefiro que você me mate a me deixar sem você.
— Então pare de lutar contra mim