Sofia caminha pela rua, a cabeça a mil, os pensamentos confusos e carregados de raiva. "Que situação ridícula! Aquele mauricinho, aquele menino mimado... Como eu pude me deixar levar tanto? "
A lembrança do corpo de Arthur próximo ao dela, do perfume dele, da tensão sexual que quase resultou em um beijo, a deixa furiosa.
"Eu não sou assim! Eu não me deixo levar por qualquer um... Mas por que eu não o beijei? Por que eu não o deixei me beijar? Eu queria, eu senti... A confusão a consom