Domenico:
Estaciono meu carro na frente do galpão abandonado. Os soldados que Roberto mandou param atrás de mim, e não perco tempo em sair do veículo.
Os japoneses sacam as suas armas para poder atirar, mas eu dou o primeiro tiro.
Os barulhos das balas ecoam pelo mato. Espero os homens me darem cobertura para poder invadir o local e, assim que consigo, apresso os passos.
Matando as pessoas da entrada, avanço pelo portão de ferro, ouvindo o som de uma mulher apanhando.
Levanto a arma para atirar