— Ou talvez nem seja mentira — Marina rebateu, inclinando a cabeça, pensativa. — Vai ver que eu só não vi a mensagem dela.
O tom era leve, quase inocente… mas o brilho nos olhos denunciava outra coisa.
— Vamos ver. — Ela se desvencilhou de Arthur com um movimento rápido, já olhando ao redor. — Cadê meu celular?
Arthur apontou com o queixo, sem nem pensar muito.
— Acho que você largou ali na bancada da cozinha.
— Ah, pode crer.
Marina foi até lá, pegou o aparelho e voltou já desbloqueando a tela