Pedro levantou as mãos, tentando acalmar.
— Hoje. — A voz saiu rápido. — Eu vou sair hoje. — Se inclinou um pouco para ela. — Juro. De hoje não passa.
Ela cruzou os braços.
— Henrique…
Ele interrompeu.
— Eu vou pra casa. Vou falar com as meninas. — Respirou fundo. — E pronto. Fim.
Lívia ainda o olhava desconfiada.
— Henrique…
Ele sorriu, mais suave.
— Isso aqui não é nada.
E, sem cerimônia, puxou a aliança do dedo. O gesto foi simples, mas carregado de significado. Ele segurou o anel por um seg