Ela ficou em silêncio por um segundo e então assentiu, quase sorrindo.
— Tá.
Simples assim.
Pedro soltou um pequeno riso de alívio.
— Tá?
— Tá.
Ela repetiu.
No canto da sala, Marina e Arthur observavam a cena com uma discrição nada discreta.
Os dois encostados um no outro, sorrisos abertos, como quem assistia um filme que finalmente tinha chegado na melhor parte.
— Eu vou fingir que não estou emocionado — murmurou Arthur.
— Finge melhor — Marina respondeu baixo, ainda sorrindo.
Nesse exato mome