Saí do quarto e dei de cara com ele, largado na poltrona, rindo sozinho pro celular.
Senti na hora. A malícia daquele sorriso, a mentira.
O gosto amargo da traição antes mesmo de ter certeza.
Fingir bater a porta, pra que ela fizesse barulho e assim que ele me viu, bloqueou a tela rapidinho e fingiu me ver agora.
Levantou e veio até mim, com aquele sorriso idiota que antes me fazia derreter... agora só me dava nojo.
— Nossa, que cheirosa...
ele murmurou, se enfiando no meu pescoço.
Me