LAURA
Assim que saímos da sala, Landon puxou minha mão com força.
Andava apressado, tenso. Eu quase precisava correr pra acompanhar.
Não conseguia entender por quê parecíamos está fugindo, porque ele foi tão mal educado.
Quando entramos no quarto, ele largou minha mão e se jogou na cama, bufando.
Demorei um pouco, ainda processando tudo.
Aquela recepção ríspida...
O olhar que ele lançou para o próprio tio.
Sem pensar muito, perguntei:
— Qual o problema entre você e seu tio?
Landon virou o rosto, como se nem quisesse falar no assunto.
Mas depois, com a voz amarga, respondeu:
— Ele é um parasita. Um baderneiro que vive se escorando no meu pai.
Nunca levou nada a sério na vida. Vive pedindo dinheiro porque herdamos os negócios da família e ele só gastou o que tinha.
virou os olhos.
— Ele não é leal a nada nem a ninguém.
Fica longe dele, Laura. Sério.
Fiquei em silêncio.
Mas por dentro... as palavras dele ecoaram de um jeito diferente.
Não parecia tão diferente as