LIVRO: O PROIBIDO PAI DO MEU NAMORADO:
— Pode falar, mas antes vai ter que se entregar também.
Vi quando ele travou a mandíbula. Parei perto, tão perto que sentia a respiração dele no meu rosto.
Um sorriso em ponderado brincou nos meus lábios.
— Tá disposto a contar pra ele que passou a noite comigo? Que o próprio pai dele me teve?
Ele rosnou baixo, agarrou meu braço bruto, potente.
Mas isso não me fez cócegas. Ele queria me manipular, usar contra mim algo que nos dois fizemos!