Mas a mão dela segurou firme o meu braço.
— Vicent, não!
A voz dela não era de medo. Era de súplica. Desespero. Controle.
Ela girou pra ele, o rosto em chamas.
— Foi por isso que você me trouxe aqui, Wagner?
Pra inventar mentira? Pra me exibir como se fosse sua?
— Laura...
— Você sabe muito bem que nunca teve nada entre a gente!
E eu não admito ser usada dessa forma! Eu não sou um troféu, desgraça nenhuma!
Os olhares ao redor se voltaram, mas ela não se intimidou.
— Eu sou