CAPÍTULO 30

Ele me ergueu pelas coxas, as mãos firmes na minha bunda, e me levou até o sofá sem cerimônia.

A boca dele esmagava a minha, quente, faminta.

Eu sorria no meio do beijo, provocando, deixando ele acreditar que era dono da situação.

— Sentiu falta disso?

ele perguntou, já sem fôlego, com aquele sorriso convencido de sempre.

Respondi com um aceno lento, meu olhar perverso cravado no dele.

Ele riu, malicioso.

— Jura? Porque eu fiquei sabendo que você andou pegando uns caras por aí.
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