Ele me ergueu pelas coxas, as mãos firmes na minha bunda, e me levou até o sofá sem cerimônia.
A boca dele esmagava a minha, quente, faminta.
Eu sorria no meio do beijo, provocando, deixando ele acreditar que era dono da situação.
— Sentiu falta disso?
ele perguntou, já sem fôlego, com aquele sorriso convencido de sempre.
Respondi com um aceno lento, meu olhar perverso cravado no dele.
Ele riu, malicioso.
— Jura? Porque eu fiquei sabendo que você andou pegando uns caras por aí.