Caroline
Eu não via o mundo real. Meus olhos estavam diante de um dia frio e cinza. A janela da biblioteca de Rufus deixava entrar um vento cortante. Contudo, meu sangue estava quente, porque Henry apontava uma arma para a minha cabeça. Era impossível saber quando a visão acontecia.
Voltei à realidade com falta de ar. Levantei da cama, atordoada, sem saber a quem contar aquele futuro. Foi quando ouvi o ronco do Jeep se aproximar da casa e disparei para o andar de baixo.
— Chris! — exclamei assi