A mulher parada na clareira irradiava um ar de poder e mistério. Com os cabelos claros caindo em ondas controladas e um olhar penetrante como o mar, ela parecia ser uma força da natureza. A arma que segurava não era apenas uma ferramenta, mas uma extensão de sua própria presença dominante.
Don Vitale a observava com uma mistura de raiva e surpresa, claramente desconcertado por sua chegada inesperada.
— Quem é você? — Vitale exigiu, sua voz carregada de tensão. — E o que está fazendo aqui?
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