A respiração de Enry estava pesada, quase bestial, enquanto encarava Henrico com os punhos cerrados. O quarto estava impregnado de tensão, o ar parecia denso, quase difícil de respirar. Enry não conseguia conter o rosnado que subia por sua garganta, ameaçando explodir a qualquer momento. Sua fera interna rugia por controle, demandando que ele reivindicasse o que era seu por direito.
— Eu já disse, Henrico — a voz de Enry saiu gutural, quase como um grunhido — ela é minha. E eu vou protegê-la. V