A madrugada avançava, e Enry continuava sentado ao lado de Danika, imerso em pensamentos turbulentos. A presença dela, mesmo desacordada, era uma âncora que ele mal conseguia admitir precisar. O toque leve de seus dedos sobre a pele dela ainda ressoava em suas mãos como uma corrente de energia, mas ele não sabia como transformar esse sentimento em algo positivo. Havia anos de ódio e preconceito contra humanos que ele teria que superar, e sua alma parecia rasgada entre aceitar Danika ou se afund