Danika corria. O ar frio da noite queimava seus pulmões enquanto ela se aventurava mais fundo na floresta. As árvores altas e escuras a cercavam, suas sombras alongadas parecendo mãos que a agarrariam a qualquer momento. O coração de Danika batia forte no peito, a sensação de ser perseguida era avassaladora. Seus pés descalços chocavam-se contra o solo frio e úmido, enquanto o medo crescia em seu peito.
Ela olhou para trás, tentando enxergar através da escuridão. Um ruído baixo, gutural, ecoou