Alexandre me olhou com as sobrancelhas erguidas.
Ele, que talvez fosse a pessoa que mais conhece meu pai, me ajudou a levar Ana Liz até o quarto. Ela ainda tentava se manter de pé, mas assim que a colocou na cama, saiu imediatamente à procura dele.
— Vihh... Vihh... deita aqui comigo! — Liz murmurou, arrastando as palavras.
Eu só queria que ela dormisse.
— Estou aqui, Liz. Dorme. Vamos esquecer o hoje. — Sentei na beira da cama. Ana Liz se arrastou até apoiar a cabeça no meu colo. Acariciei seus