— Hanna! — Ele disse com a voz quase falhando. Forçou uma tosse, como se tentasse falar algo, mas estivesse se segurando para calar-se.
— Sim, Sr. Choi… — respondi, sentindo um frio na barriga. Seu tom de voz era diferente, quase hesitante, o que não combinava em nada com o magnata confiante e meticuloso que eu conhecia.
A luz do luar ainda iluminava a pequena clareira onde ele havia preparado aquele piquenique inesperado. O aroma suave das flores silvestres misturava-se ao cheiro da terra úmid