Carolina Smith
Acordei com uma dor insuportável na cabeça, uma consequência da enxurrada de lágrimas que derramei na noite anterior. Os olhos ardiam, pesados, como se tivessem carregado o peso do mundo. Me virei na cama, abraçando o travesseiro que ainda trazia o perfume suave do meu condicionador. O vazio no peito era pior que a dor física.
Louis Beaumont.
O nome dele ecoava na minha mente como um refrão repetitivo e doloroso. Eu estava decepcionada, magoada, mas, acima de tudo, triste. Triste