༺ Malik Stavani ༻
Meu beijo é selvagem, sem fôlego, a comprovação física de todos os pensamentos proibidos que tive sobre ela. Sinto o corpo de Tamara vibrar contra o meu, o som metálico das algemas tilintando baixo enquanto os seus pulsos se debatem na tentativa inútil de aprofundar o contato.
Minha boca se separa da dela apenas para respirar e murmurar contra a sua pele quente:
— Você não vai fugir daqui. E nem vai querer.
A resposta dela é um gemido baixo, a cabeça se movendo no travesseiro macio. O seu gosto é doce e desejo, uma combinação viciante.
Sem quebrar o contato, minhas mãos firmes deslizam para baixo, encontrando a linha da cintura. O tecido molhado e fino da parte de baixo do biquíni é a última barreira ridícula.
Não dou tempo para ela processar; meus dedos ágeis encontram os nós laterais e os rasgam com um movimento rápido e brutal.
O verde do tecido escorrega pela curva das coxas, e ela está completamente exposta para mim, linda, bronzeada, e ardendo em antecipação.