Parte 32...
Mateo
Saí do hospital direto, nem olhei para trás. O fim de tarde ainda estava claro. Passei direto pelas pessoas, empurrando a porta com força e descendo os degraus de dois em dois. Só parei quando cheguei no carro.
Apoiei as duas mãos no teto, a cabeça baixa por um segundo, respirando fundo, tentando organizar o que estava preso no peito.
Não adiantou. Puxei o celular do bolso.
— Douglas.
Ele atendeu rápido.
— Fala, Mateo.
— Preciso que faça uma coisa... Busque por um cara... Atro