Parte 121...
Mateo
Eu não sabia quantas horas tinha passado naquela cadeira. A única coisa que sabia era que enquanto Alicia respirasse, eu não sairia dali.
O quarto ainda estava silencioso. O monitor ao lado da cama marcava um ritmo constante. Pela primeira vez desde o restaurante, aquele som deixou de me incomodar. Significava que ela estava viva.
Passei o polegar devagar sobre as costas da mão dela. Estava quente. Graças a Deus.
A porta abriu sem fazer barulho. Olhei por cima do ombro. Minha