Sentada em uma poltrona fria, com as pernas tensas e o coração acelerado, Anna esperou, totalmente exausta. As horas que passou na sala de espera da sala de cirurgia pareciam eternas e seus pensamentos eram um turbilhão incontrolável.
Ao seu redor, as luzes brancas e o murmúrio constante das enfermeiras indo e vindo apenas acentuavam a ansiedade que a corroía por dentro. Há tanto tempo que esperava por notícias que o seu cansaço físico tinha sido relegado ao medo que sentia pela vida do filho.