O RECOMEÇO NO OLIMPO
SABINE
— Mamãe, eu estou tão nervosa que sinto minhas mãos tremerem... — confessei, olhando para o espelho do meu antigo quarto de solteira, enquanto tentava inutilmente acalmar a respiração.
Minha mãe aproximou-se com passos suaves, as suas mãos calorosas e experientes pousando com extrema ternura sobre os meus ombros cobertos pela delicadeza do tecido nupcial. Ela sorriu, encontrando o meu olhar assustado através do reflexo do espelho de cristal.
— Por que você está tão