A sala de reuniões dos Mancini estava mergulhada em uma penumbra silenciosa, interrompida apenas pelo som das pesadas respirações de seus ocupantes. O grande lustre de cristal balançava suavemente, refletindo a luz fraca das velas, enquanto Luca Mancini permanecia de pé à cabeceira da mesa. Seus olhos percorriam os rostos à sua frente — homens e mulheres que, de uma forma ou de outra, deviam suas vidas à sua família. Ou, mais especificamente, a ele.
Desde a morte de Don Carlo, seu pai,