23. A Rosa na Janela
Um silêncio sepulcral dominava todo o ambiente, nem mesmo o habitual chirriar dos grilos aquele horário se fazia presente. Uma brisa fria entrava por onde ficava a porta da cozinha, fazendo balançar, vez ou outra, a cortina floral da janela acima da pia. Silas estava bem, dormia no sofá na sala, apesar do chute não aparentou nenhuma fratura. Pela manhã eu o levaria ao veterinário.
A mão esquerda de Gerard segurava meu queixo afim de manter minha cabeça erguida enquanto a direita limpava com al