42. Tormenta
Eu estava sentada no banco de madeira nos fundos da casa, próximo ao bosque, no mesmo banco e no mesmo lugar onde havia passado tantas noites com Gerard, onde trocávamos conversas e carícias escondidas.
Falar seu nome já não doía, a dor vinha dos sentimentos de vergonha e humilhação em confidenciar-lhe o mais íntimo que havia em mim e agora enxergar que o tempo comigo não passava de uma mera distração para sua tediosa eternidade.
Eu ouviria Seraphyne, não sufocaria a dor que sentia, a de