Eu observo Gabriel e penso: eu poderia transferi-lo para os rastreadores da Matilha Luar Vermelho... mas sua sugestão é estranha.
— Eles estão perto? — Pergunto.
— Ah, sim, eles não pararam de me rastrear. Ainda estão na ativa... — Responde ele.
Droga, Diogo. Eu disse a ele que tinha tudo sob controle.
— Não... Traga-o de volta aqui. Venda os olhos dele. Vou preparar para uma prisão domiciliar. Depressa, Gabriel, Bruna está com dor.
Já se passaram algumas horas desde que liguei para Gabriel.