Ponto de Vista de Matilde
Foi o pânico cego e a culpa que alimentaram minhas pernas enquanto eu corria para a casa de Bruna e Gabriel. Eu me esforcei como não fazia há muito tempo para chegar até ela. Durante todo o caminho, rezei, pedindo à Deusa da Lua para que ela e o bebê estivessem bem.
Antes mesmo de chegar à porta da frente, eu já podia ouvir os gritos de terror. Ela estava em agonia, e não havia como confundir seus gritos de dor. Não esperei. Arrombei a porta e a encontrei no pé da esc