O fogo subiu à garganta, o calor do dragão latejando sob minha pele. Respirei fundo, tentando conter a transformação. As veias pulsavam, negras e quentes. Minhas unhas alongaram-se em garras, e o ar ao meu redor pareceu vibrar em faíscas incandescentes.
“Não ouse falar sobre a minha prometida dessa forma, sua criatura primitiva e imatura! NEREIA É A NOSSA PROMETIDA!”
Abaixo, vi alguns alunos cruzando os pátios, gargalhando, vivendo suas vidas insignificantes, sem saber que, se eu soltasse o mín