ENRICO MACERATTA
— Conseguiremos, o bem sempre vence! — comuniquei tentando ignorá-la.
— Ele não quer falar comigo? — suspirei enciumado pela tamanha insistência da parte dela.
— Calma, filha! Ângelo… — tentei controlar meus ciúmes de pai e vendo que nem o meu nervosismo mudava a insistência dela, acabei cedendo— Lexie quer falar com você.
— Tudo bem!
As duas palavras vieram acompanhadas de um tom sereno. — Meu Deus! O que eu faço. — Meio exitante, lhe entreguei o telefone.
— Oi, Ângelo,