Dona Armênia entrou em pânico e pôs-se a me seguir até o banheiro falando sem parar:
— Então resolveu mesmo aceitar o destino cruel que nos resta? Um quarto de pensão, um balcão no comércio!
— Pare com isso, mãe! Eu já recuperei a nossa casa e a fazenda, esqueceu?— eu disse parando na porta do banheiro.
Minha mãe não desistiria tão fácil.
— Está bem! Quando sair desse banheiro, vamos conversar na piscina. Eu vou trocar de roupa. Quero nadar um pouco!
Eu suspirei olhando o