Arthur ignorou a minha aflição e continuou:
— Nora, eu vejo que você está infeliz! Esse homem não te merece.
— Ele te convidou, não foi? Ficaram amigos, não? Acreditou em tudo o que ele falou, não acreditou?— eu desabafei a minha mágoa.
Arthur se desesperou:
— Ele tem esse jeito, Nora! Ele fala bonito, é convincente! Não sei como não se apaixonou por ele!
Eu confessei:
— Eu me apaixonei, Arthur!
Ele me abraçou com carinho.
— Eu não te culpo, Nora! Ele par