Há uma versão de mim que teria passado a noite a analisar o que aconteceu. A identificar os riscos, a mapear as consequências, a construir o argumento racional para por que foi um erro e não pode repetir-se.
Essa versão ficou no escritório.
A versão que foi para a cama às onze da noite depois de verificar a Lily, que dormia com a expressão de quem está a ter um sonho muito satisfatório sobre baleias, ficou deitada no escuro com um único pensamento persistente e recusou-se a transformá-lo num