O problema com começar algo dentro de uma situação que já é complicada é que a complexidade não desaparece por ter começado. Organiza-se de forma diferente. Fica mais nítida, de certa maneira, as linhas que antes eram vagas tornam-se precisas, mas não desaparece.
O que existe entre mim e Adrian, que ganhou um nome tácito naquela noite no corredor, existe agora dentro de uma estrutura que tem paredes específicas: ele é o meu patrão. A Lily está no meio. Diane Ashford existe. E não há forma de o