— No seu cavalo? — Fiquei incerta.
— Na minha égua — corrigiu, me oferecendo a mão.
Olhei o animal e toquei-lhe atrás de onde estava a cela, sentindo o pelo macio.
— O que acha, Tempestade? Sobrecarregarei você? — Toquei-lhe o pescoço.
— Ela não fala!
— Mas é um ser vivo.
— Um animal.
— Ainda assim... Seríamos duas pessoas em cima dela.
— Ela poderia levar uma carruagem se estivéssemos nos tempos antigos.
— Mas não estamos. São tempos modernos.
— A força dos animais não mudou.
— O que acha, Tem