O silêncio do castelo tinha outro som agora — o da respiração dele.
Céline havia improvisado um abrigo no antigo salão de armas, acendendo as tochas que ainda restavam. O corpo de Auren jazia sobre o tapete rasgado, o peito subindo e descendo com esforço, a pele marcada por ferimentos que pareciam resistir até à própria cura.
Ela passou um pano úmido sobre o rosto dele, tirando o sangue seco.
— Está seguro agora... — sussurrou. — Você venceu, Auren.
Mas, no fundo, não sabia se falava com ele ou