Cristina
Minha mãe resmungava em meu ouvido o quanto eu sou burra e inútil. Realmente, ela não está errada.
— O que está fazendo? — Ela abriu a porta sem bater e invadiu meu quarto, me vendo arrumar as malas para sair dali. — Para onde está indo?
— Vou me mudar por um tempo. Decidi vender a editora e com a poupança que eu tinha vou poder sobreviver até o bebê nascer.
Mandei várias mensagens para o Jonathan, contando sobre o que aconteceu e ele não respondia nenhuma delas.
— Como vai sobr