Clara
O quarto era branco e cheio de luz.
A enfermeira ajeitava os lençóis e Jason, parado ao meu lado, segurava minha mão com tanta força que parecia que éramos um só.
A dor era imensa. Mas não maior do que o amor que pulsava dentro de mim. A cada contração, a imagem do rostinho que eu ainda não conhecia se tornava mais nítida em minha mente.
Respirei fundo. Olhei para ele.
— Pronta? — perguntou, com os olhos marejados e a voz embargada. — Você é forte, meu amor.
— Pronta pra te odiar quando