Mundo de ficçãoIniciar sessãoA campainha da cobertura tocou, e o som pareceu ecoar a ansiedade que pairava no ar. Quando Alex abriu a porta, Sarah entrou carregando a mala de Clara e a caixa de transporte do Banguela. Seus olhos estavam vermelhos e inchados; ela claramente tinha passado a manhã chorando.
— Clara! — Sarah largou tudo no chão e correu para me abraçar. O aperto dela era desesperado, um pedido mudo de perdão. — Amiga, me desculpa... eu não consigo parar de pensar que se eu não tivesse inventado essa ideia de ir ao bar, se eu tivesse checado melhor quem estava lá...







