Três dias depois, Simon e eu voltamos de Baía do Luar. Estávamos a caminho da nossa nova casa quando encontramos Mason.
Ele estava um caco. As olheiras arroxeadas denunciavam noites em claro desde o dia da cerimônia.
No instante em que me viu, os olhos apagados dele voltaram a brilhar por um segundo.
— Cora, me escuta... — Ele tentou segurar minha mão.
— Solta! — Simon se colocou na minha frente, o olhar sombrio.
— Por favor, me dá um minuto. — Mason implorou.
Suspirei e puxei minha mão de